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Blog que trata, pela ordem, de vinho, comida, viagem, cinema, literatura, propaganda e política.

23/04/2010

Uma propaganda deslavada mas gratuita de alguns vinhos chilenos

Escrevi para o amigo Umberto a carta que socializo, porque vi nela algo de interessante para as pessoas que gostam de vinho, particularmente do Pinot Noir e do esforço que se faz nas Américas para trabalhar com esta uva:
Conto uma história recente - voltando do Chile, vim com 3 garrafas na bagagem de mão, fora a caixa de Santa Ema 60%/40% que trouxe no compartimento de carga. Eram elas um EQ Matetic Shiraz, um Morandé Reserva Chardonnay e um Morandé Reserva Pinot Noir que muito me impressionou na visita que fiz à Cave.

Quando cheguei em casa, ao tirar da mala, quebrei o Pinot, o vinho que mais tinha causado boa impressão em toda a viagem, pois estava longe daquele suco de uva que se pretende impor à Pinot Noir feita fora de Borgogne e também equidistante do suco de madeira que se faz como alternativa, cujo exemplo maior é o argentino Salentein Grand Reserve, que confunde elegância com potência e compota de fruta.  Finalizando, gostei dele mais do que o velho StoneLake, mais do que o Leyda, mais do Amayna. Ele só fica pra trás dos grandes da Casa Marin. (mas ser melhor do que isso é pedir demais!)

2 Comments:

At 1:41 PM, Blogger José Luiz Sombra said...

O título está muito bom. Mas não sou exatamente um expert em pinot noir. Daí, seus comentários serem um bom toque e referencial. Aliás, dos citados, o únco que conheço é o Amayna, que não me caiu bem. Será que teremos novidades do sul da França na Expovinis ?
Ab.
José Luiz Sombra

 
At 1:24 PM, Blogger Unknown said...

Breno,

Experimente o Pinot Noir chileno casa del Bosque, excelente.

abs,
Johnny Mazzilli
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